O conto dos dois filhos

Eu estava me preparando para criar um post sobre como acabei nem postando nada depois que voltei a estudar e como isso me fez perder muitas oportunidades de fazer textos legais e tudo mais. Mas algo me fez mudar todos esses planos. E este algo é o jogo “Brothers: A Tale of Two Sons”.

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O jogo foi lançado primeiramente para a Xbox Live, e algumas semanas depois para a Steam e PSN. Aqui mesmo no blog já comentei que tenho um Xbox 360, e costumo dar uma passeada pelos jogos Live, principalmente os da área Arcade. No exato dia que esse jogo entrou na Live Arcade, vi ele como o primeiro dos lançamentos, a sinopse me chamou atenção e eu fui logo baixando a demo. Joguei a demo rapidinho e já foi o suficiente para que eu ficasse namorando esse jogo até uma data comemorativa na qual eu ganhasse algum dinheiro.

Dito e feito, chegando perto do Natal, já fui me preparando para comprar o jogo. Arrumei espaço no meu HD e só estava esperando passar as comemorações do Natal. Dia 25, resolvi dar uma última olhada no jogo antes de desligar o console para dormir e BOOM: o jogo que desde o começo estava 30 reais, nessa noite estava só 9,90. Comprei na hora, porque uma promoção desses é imperdível, e ainda paguei menos porque tinha um crédito de 5 reais, ou seja, o jogo no fim saiu por apenas 4,90. Comecei a jogar assim que o download terminou e finalizei o jogo no dia seguinte, e para vocês terem uma ideia de como gostei do jogo, ele me fez atualizar meu blog.

Agora chega de falação e vamos partir para o que me deixou tão fascinada nesse jogo.

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Fotos sem qualidade porque tirei enquanto jogava, e não queria perder o jogo para tirar fotos boas

Tem quatro pontos que eu quero destacar aqui nessa resenha, que para mim são os principais: o gráfico, a trilha sonora, a história e a jogabilidade. Primeiramente, deixa eu apresentar o jogo para os que não conhecem. “Brothers: A Tale of Two Sons” é um jogo de aventura que acompanha dois irmãos resolvendo puzzles e explorando diversos lugares. O diferencial é que você controla os dois irmãos simultaneamente no mesmo controle (mas isso eu comentarei melhor na parte da jogabilidade).

Partindo para o primeiro ponto: o gráfico. Eu sou o tipo de pessoa que não se importa com gráficos super perfeitos em HD mega realistas. Contanto que o gráfico não seja porcamente feio, eu aceito numa boa. Então não sei se sou a melhor pessoa para julgar, mas o gráfico de “Brothers” atende muito bem as necessidades do jogo. Já para trilha sonora eu sou um pouco mais exigente, porque sei a influência que uma trilha pode fazer nas nossas sensações (já até fiz um post sobre isso), e a desse jogo posso dizer que é muito boa. A música cria um clima perfeito para cada momento, nos momentos mais calmo uma música bem tranquila, nos momentos de ações mais rápidas músicas mais tensas, e elas não só combinam com os momentos, como também são bem agradáveis de se ouvir.

Quanto a história, ela é bem simples. Os dois irmãos estão em busca de um remédio (algo tipo uma água mágica) para curar o pai, que não está passando muito bem, e no caminho dessa aventura passam por muitos lugares, recebem ajuda de gigantes e até ajudam uma moça que estava a ponto de ser sacrificada. Pelo menos foi o que pude entender, uma vez que no jogo não há diálogos compreensíveis (há falas mas são em uma língua no estilo Simlish), mas isso não é nada que atrapalha, porque, como eu já disse, a história é bem simples. O que não faz com que ela deixe de ser boa, principalmente por algumas reviravoltas mais perto do final que te deixam até sem chão e um fim emocionante (que não darei detalhes para não dar spoiler).

E por fim a jogabilidade, que foi o que mais me chamou atenção nesse jogo, pelo fato de ser um cooperativo de uma pessoa só, ou seja, você controla os dois personagens no mesmo controle. Cada um é movimentado por um analógico, e os gatilhos são o botão de ação de cada um. Isso talvez seja um pouco complicado para alguns, eu confesso que  apanhei um pouco dos controles as vezes, confundindo o controle de um personagem com o outro, mas isso é porque eu tenho uma coordenação um pouco falha para jogos com movimentação 3D, e no fim isso não me atrapalhou a jogar. Tirando esse “problema” que você talvez possa ter, o jogo consegue muito bem trabalhar essa cooperatividade, trazendo puzzles em que os dois irmãos são necessários para realizar a ação, ou cada um em um ponto diferente, tornando o jogo bem dinâmico. E mesmo não tendo diálogos para indicar qual o próximo passo a seguir, você não se perde no jogo porque ele vai te indicando, sem deixar extremamente explícito, se não o jogo nem teria graça.

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Resumindo, os gráficos são bem competentes para o jogo, a trilha sonora cria o clima certo para cada momento, a história é simples porém envolvente e a jogabilidade é divertida e dinâmica. Ou seja, “Brothers: A Tale of Two Sons” é um jogo que eu recomendo a todos, quem tiver oportunidade, jogue. Foi um ótimo jogo para eu fechar bem esse ano e com certeza eu jogarei muitas e muitas vezes. Ah, e foram os meus 5 reais mais bem gastos, eu até pagaria 30 reais por ele.

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