O terceiro da trilogia

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Sei que devia ter feito esse post muito tempo (um mês e pouco) atrás, não que alguém tenha me cobrado, mas é porque eu resolvi demorar o mesmo tempo que esperei para comprar o CD para fazer esse post (pura mentira, na verdade é preguiça mesmo). Então vamos logo para o que interessa. Bem, primeiro eu tenho que falar que provavelmente essa será uma análise um pouco diferente, e menor, do que as dos CDs anteriores (¡UNO! e ¡DOS!) já que não vou exatamente compar música por música do álbum com outras já lançadas pelo Green Day (ou suas bandas paralelas).

Seguindo a lógica, terceiro álbum dessa (não tão) nova trilogia do Green Day é o ¡TRE!, que estava previsto pra lançar em janeiro desse ano, mas foi adiantado e lançou dia 7 de dezembro de 2012, por causa do cancelamento de alguns shows da banda. Ele é composto por 12 faixas (assim como o ¡UNO!) e possui, aproximadamente, 46 minutos. Partindo pra análise das músicas.

¡TRE! começa com Brutal Love, uma baladinha nos moldes de Last Night On Earth (do 21st Century Breakdown). Seguindo tem Missing You (por enquanto minha preferida), que é o começo do meu problema em comparar ás músicas desse CD com as outras do Green Day, porque eu não consigo achar exatamente uma música, ou encaixar em algum outro álbum já lançado. mas devo confessar que essa música me lembra um pouco, nas estrofes, Plain White T’s, não sei se são meus ouvidos de fãs me engando, mas é o que me lembra. A terceira faixa é 8th Avenue Serenade, e, assim como a anterior, vem o problema de não conseguir comparar. O mais estranho é que a linha de estilo de música (se isso existir) que o álbum segue se assemelha com alguma banda que eu já ouvi mas não consigo lembrar de jeito nenhum. Já Drama Queen, a quarta faixa, não segue tanto a mesma linha das outras faixas, mas também não se parece muito com outras músicas da banda.

Voltando para a linha de estilo de música (expressão que acredito ter inventado) temos X-Kid. E eu estou começando a achar que talvez o problema esteja comigo, talvez eu tenha perdido a habilidade de comparar as músicas do Green Day com outras, ou eles que resolveram fazer uma super mudança. A música seguinte é Sex, Drugs & Violence, que na introdução e na primeira frase da estrofe se parece com uma mistura de Rusty James e Nuclear Family (¡UNO!), mas só nessas partezinhas mesmo, porque o resto segue a tal linha, com exceção do pré-refrão que (isso pode ser alguma peça pregada pelos meu ouvidos) me lembram, bem de longe, o som lá do começo do McFLy (mais uma vez, isso pode ser meu ouvido me pregando uma peça). Seguindo vem A Little Boy Named Train, que só não segue completamente a linha só porque tem a introdução parecida com Carpem Diem (¡UNO!). A oitava faixa é Amanda, que não sei porque, mas consigo vê-la perfeitamente encaixada no ¡DOS!.

Walk Away volta para o estilo das outras músicas que eu não consigo comparar, mas que me lembram a tal da banda que eu não lembro, na verdade talvez ela se encaixe em algo entre o Nimrod e o Warning. A próxima é Dirty Rotten Bastards, a faixa mais longa do álbum, com 6 minutos e 25 segundos, o engraçado (?) dessa música é que ela começa de um jeito, muda pra outro completamente diferente, daí volta, e muda de novo, e de um modo que fica bem colocado. Mas o importante é que ela eu consigo comparar, pelo menos o começo (que na verdade volta depois de um tempo, sim, só ouvindo pra entender o que eu acabei de falar), que se parece com Shoplifter. A penúltima faixa é 99 Revolutions, que me lembra Green Day, mas não consigo pegar uma música específica (não que as outras não se pareçam, mas essa realmente parece, principalmente com as últimas do ¡UNO!), além disso essa música tem o refrão mais fácil de pegar do CD inteiro, sendo impossível você ouvir só uma vez e não aprender logo. E pra fechar o álbum temos outra baladinha no estilo da primeira, mais conhecida por fazer parte da trilha sonora do último filme do Crepúsculo (não que isso seja grande coisa, na verdade nem é), The Forgotten, talvez a 21 Guns do ¡TRE! (haha).

E essa foi a análise que eu tardei, mas não falhei em fazer. Ela com certeza ficou maior do que eu esperava, mas espero que você tenha tanta paciência para ler quanto eu tive para fazer. Agora é só esperar pelo ¡CUATRO!, o documentário da produção do ¡UNO!, ¡DOS! e ¡TRE! que sairá dia 9 abril.

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