O primeiro da trilogia

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Decidi que não terei mais uma certa frequência aqui (tipo um post a cada semana), sempre que me empenho  para fazer isso acaba falhando. Até por que agora eu tomei um pouco de vergonha na cara e resolvi estudar um pouquinho mais, já que o vestibular é no fim do ano e já estamos quase lá. Agora só postarei quando realmente tiver algo interessante para ser postado.
Tendo dito isso, começarei esse post falando que Green Day é minha banda favorita (o que não é nada novo para quem já me conhece), e por causa disso eu resolvi fazer uma “análise”, porém estarei analisando apenas em relação ao som e não aos assuntos abordados na músicas (uma vez que isso foi o que mais me chamou atenção), dos três novos CDs que eles lançarão: o ¡UNO!, o ¡DOS! e o ¡TRE!. E pela ordem cronológica eu começarei pelo ¡UNO!.
Antes de tudo eu tenho que abrir aqui um parênteses e confessar que baixei a versão vazada do CD, e é por causa disso que estou fazendo essa “análise” no mesmo dia em que o CD saiu, mas para que não comecem a me julgar, assim que tiver a oportunidade correrei no shopping e comprarei o ¡UNO!, principalmente por que tenho que continuar a minha colação de CDs do Green Day.Vamos começar com as informações técnicas do CD. Lançado nessa terça (dia 25), o álbum contém 12 faixas (provavelmente sairá uma versão deluxe com mais faixas) com aproximadamente 42 minutos de duração (o álbum completo). Bem menor do que seu antecessor 21st Century Breakdown, o que é bem compreensível, uma vez que logo em menos de dois meses sairá o segundo e logo no começo do ano que vem sairá o terceiro. Nesse álbum dá pra perceber um pouquinho de tudo que o Green Day já fez. Desde os primeiros álbuns até o projeto paralelo, Foxboro Hot Tubs, tudo isso misturado em apenas um único CD, lógico, sem perder a essência da banda (o que é bem lógico já que é um poco de tudo que eles já fizeram). Ou seja, ao mesmo tempo em que as músicas são bem distintas elas são muito parecidas (talvez só seja possível entender isso ouvindo as próprias músicas).

O álbum começa com Nuclear Family, que tem o som que, não sei porque, me lembra as músicas do Nimrod, com um pequeno solo de baixo massa, seguido por um solo de guitarra bem no estilo do Green Day. Em seguida temos Stay The Night, que também parece com o som do Nimrod, lembrando levemente Nice Guys Finish Last em algumas partes. A terceira, Carpe Diem, lembra muito uma música não muito famosa da banda, Suffocate, do Shenaningans (o coletânea dos lados B), principalmente nos versos antecessores ao refrão. A seguinte é Let Yourself Go, uma mistura da introdução de Maria (International Super Hits) com a pegada das músicas dos três primeiros CDs, especialmente no solo, que lembra muito o solo de Dry Ice, do primeiro.

Se distanciando um pouco do que estamos acostumados do Green Day, temos a quinta faixa, Kill The DJ, que é completamente Foxboro Hot Tubs para mim (o que não a deixa tão distante, já que Foxboro é o Green Day com o som pouco diferenciado). Fell For You é a próxima, e também lembra Foxboro, só que menos que Kill The DJ, tem uma melodia gostosa de se ouvir e eu não sei se se encaixaria em algum dos CDs anteriores da banda, mas se fosse para escolher algum provavelmente seria o Nimrod. Loss Of Control, a sétima faixa, lembra as músicas do Isomniac com, mais uma vez, os solos das músicas do primeiro CD. Seguindo temos uma mistura de Horseshoes and Handgrenades (21st Century Breakdown) com, Nimrod atacando outra vez, Prostetic Head, isso tudo em Troublemaker, que é a menor faixa do álbum.

A nona, e segunda menor, faixa do álbum é Angel Blue, que possui um ritmo rápido e que eu não consigo classificar em nenhum do álbuns anteriores, talvez no Nimrod? Brincadeira, Angel Blue, mais uma vez eu não sei porque, me lembra os lados B que saíram do American Idiot, tipo Too Much Too Soon . Mais uma que se encaixaria no Nimrod é Sweet 16, que lembra um pouco Worry Rock e com uma melodia tranquila e mais gostosa de se ouvir do que Fell For You. Temos Rusty James como penúltima faixa, completamente parecida com Scattered (Nimrod) nas estrofes e com um solo muito bom. E por último, mas não menos importante, Oh Love, que, como eu já comentei quando ela saiu, possui um estilo completamente diferente do que o Green Day já fez e é bem contagiante, fechando o ¡UNO! com chave de ouro.

E essa foi minha “análise” do ¡UNO!, lembrando que isso é uma análise completamente subjetiva, ou seja, o que está aí não é uma verdade absoluta, é apenas o modo como eu vi e interpretei, logo, é apenas minha humilde opinião. Espero que gostem, mesmo tendo ficado maior do que eu esperava.

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Uma resposta em “O primeiro da trilogia

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